28.11.07

Untitled

Já abrir o "criar postagem" umas quatro vezes nesses últimos dias, mas não sai nada. Estou naqueles dias de seca em que a inspiração é mínima, e as poucas coisas que têm alguma importância para serem escritas não conseguem se encaixar pra formar um mísero post. Bem, é difícil de escrever quando não acontece nada de excitante ou quando, no meu caso, estou depressivo e começo a criar teorias e pensar que tudo conspira contra mim. Não tenho feito nada de interessante nesses tediosos dias, e não dá nem pra jogar FM com esse computador tosco.

Nem um título eu consigo criar pra essa bagaça. Mas que fase, heim sr. Lennarto.

24.11.07

Linkando o coreano

Um dia desses estava eu a lembrar de coisas aleatórias antigas, e junto com as lembranças daquela época em que eu jogava Metal Slug (o 3 é o melhor!), me ocorreu a trilha sonora que sempre acompanhava minhas aventuras contra alienígenas nojentos: Linkin Park. Me deu uma vontade de ouvir o Hybrid Theory, e então fui buscar o álbum no meu mp3 com o Guibson.

Um pouco antes, na época em que a banda estourou com Crawling e In The End, eu conhecia poucas bandas e sequer tinha a apreciação crítica que eu tenho hoje sobre música, mas LP nunca chegou a ser uma das minhas bandas favoritas. Lembro que todos pagavam muito pau pro Chester e pro Shinoda, ficavam cantarolando as músicas e se davam o trabalho de decorar a letra de Papercut, mas eu não conseguia achar lá essas coisas. Aliás, eu era bem do contra e as minhas preferidas eram A Place for my Head, Pushing Me Away, e a que mais me lembra Metal Slug, With You.

Voltando para a atualidade, ouvi o Hybrid Theory nesses dias e não consigo entender como LP era tão idolatrado. Não sei se era inovador na época, até porque muitas bandas seguiram o fluxo (morto, diga-se de passagem) do Nü-metal depois desse lançamento, mas o álbum inteiro soa tão.. comum. As músicas se baseiam, em geral, nos vocais e nos sons do turntable. Guitarra, baixo e bateria só servem pra dizer que é uma banda de rock, e o guitarrista consegue fazer riffs até que razoáveis ficarem enjoativos em músicas de 3 minutos.

O Meteora é uma bostinha, e esse último eu não lembro nem do nome. Enfim, Linkin Park é uma banda midiática e decepcionante. Se bem que, por conhecer eles, eu fui forçado a procurar bandas melhores..

22.11.07

Music is life #1

Repetindo o post do blog velho, só pra eu não esquecer:
Nova fornada de bandas pra conhecer: 30 Seconds to Mars*, Amplifier, Angels and Airwaves, Fire Bolt Main, Flaw, Head Control System, Jesu, Kyo, Mastodon, Opeth, Opus Dai, Pantera, Shun, Staind, The Fall of Troy. O problema vai ser achar e baixar isso tudo..
Enfim, recomendações serão bem vindas.

* - Ouvi umas músicas de 30 Seconds to Mars e não me parece ser uma boa banda. Riscada.

The Beginning and the End

O começo e o fim. A vida e a morte. É o ciclo natural da vida, e pode até ser levado pra outro contexto: tudo que já foi bom um dia vai decair até ficar ruim, isso se não deixar de existir antes de atingir um desses estágios. Melhor dizendo, tudo que existe tem um estágio de pico e depois vai decair até a não-existência (o mesmo vale pra beleza, pra música, e pra vários conceitos). Porisso há a necessidade de mudar e de se adaptar, de forma que as proximidades do pico se tornem mais duradouras.

O mundo, as coisas, essa existência, tudo é regido por extremos. O bem e o mal, o amor e o ódio.. O segredo é saber lidar com os extremos para achar o equilíbrio. Esse é o meu problema: não consigo lidar com os extremos, e justamente por isso eu sou tão meio-termo do jeito que sou. Não escolho um nem outro, e torno minha vida um dilema paradoxal. Isso pode parecer meio estranho e até controverso, mas explica muito o meu jeito de ser.

E esse é um outro problema: minha preocupação excessiva com o meu jeito de ser. Apenas seja, porra.

New Old Stuff

Mudei a conta do Google, mas mantive o endereço do blog. Começando do zero pela terceira vez...
Enfim, o antigo fica aqui.